Para quem
Quem assina o contrato raramente é quem aparece na notícia.
Em Press, Social e Message, na maior parte dos contratos quem compra é a agência que sustenta a reputação de terceiros. No setor público e no ciclo político, quem compra é o próprio órgão, o escritório ou a campanha. Esta página é organizada por quem assina.
Seis perfis de compra. Três no universo corporativo, três no ciclo político.
O que muda
A mesma entrega. Três formas de contratar.
O eixo não separa por segmento de mercado. Separa por quem assina o contrato, porque é isso que muda o decisor, o vocabulário da compra e o que precisa estar escrito no documento.
Compra para terceiros
A agência assina a entrega com o nome dela. A Brange fica no bastidor, e o relatório segue adiante para o cliente final sem a nossa marca na frente.
Compra direta
O órgão ou a empresa contrata sem intermediação. O escopo precisa estar declarado em documento, porque alguém vai prestar contas dele depois.
Compra por calendário
No ciclo eleitoral a janela manda. Contrata-se pelo prazo da propaganda e da representação, não pelo ano fiscal.
Eixo 1
Comunicação e reputação
Quem responde pela reputação de outra pessoa, todo dia, o ano inteiro.
Agências e assessorias
ICP predominante
Time enxuto e contas demais. Classificar, recortar e conferir se a plataforma capturou tudo consome a hora que deveria virar análise.
O que muda
Horas devolvidas para a equipe e um relatório que sai pronto para o cliente final.
A prova
O Relatório de Cobertura é a auditoria que você mostra ao seu cliente, e que protege a sua credibilidade.
Setor público e instituições
venda direta ao órgão
Tribunais, ministérios públicos, agências reguladoras e governos estaduais contratam direto, com termo de referência e escopo escrito.
O que muda
Escopo declarado e documentação que sustenta a prestação de contas.
A prova
Método de captura descrito, com política de acesso e de retenção para a área de compras.
Empresas e marcas
área própria de comunicação
A área de comunicação quer saber quando um assunto começa a crescer, antes de ele chegar ao jurídico ou ao atendimento.
O que muda
Um radar só para imprensa, redes e mensageria, com curadoria humana.
A prova
Leitura de enquadramento, não contagem de menção.
A agência assina a entrega. A Brange trabalha no bastidor.
Eixo 2
Ciclo político
Três perfis com decisor, ciclo de compra e sazonalidade próprios. O calendário manda em todos eles.
ciclo contínuo
Advocacia eleitoral
Escritórios que precisam de registro organizado e datado para sustentar representação dentro do prazo.
Registro com data e hora de captura
Material tecnicamente preparado para juntada
janela curta
Campanhas e mandatos
Coordenação que precisa saber o que circula sobre o candidato antes de a peça virar problema.
Imprensa, redes e mensageria no mesmo radar
Resposta no mesmo dia, no ritmo do calendário
fiscalização
Diretórios e fiscalização
Quem acompanha o cumprimento das regras de propaganda em TV e rádio, praça por praça.
Fiscalização do horário eleitoral
Leitura consolidada por praça e emissora
Prova
A prova muda de dono conforme quem compra.
O Relatório de Cobertura é o mesmo documento nos três casos. O que muda é a mão em que ele termina.
Para a agência, é o documento que ela entrega ao cliente final dela.
Para o órgão, é o anexo que sustenta a prestação de contas.
Para a campanha, é o registro datado do que circulou, com hora de captura.
Escopo declarado, para quem vai prestar contas dele.
Diga quem assina o contrato. O resto a gente organiza.
Peça o Relatório de Cobertura do seu setor e compare com o que você recebe hoje.